Pesquisar neste blogue

10 de maio de 2011

Carta e fragmentos de etiquetas circuladas da Klussendorf no ano de 2000

Carta com taxa de **52 circulada em 2000, recordo que a maioria das máquinas Klussendorf só era possível obter a taxa de **50
Erro impressão *50, falta o primeiro *

Erro impressão ou programação *85, falta o A

8 comentários:

Fringosa disse...

Não me parece que a taxa 50 tenha circulado em 2000.
É minha opinião que circulou em 1998. Embora a marca deixe embarcar nesse erro, pois parece 2000.
Parece-me que se prova que havia de verdade distribuidores que apenas imprimiam três dígitos, quer fosse taxas de correio normal ou azul.
Pessoalmente nunca vi nenhum, isto não invalida a sua veracidade. Há que respeitar as opiniões, pois contra factos não à argumentos.
Aceito como verídicas estas ATM's que o são de verdade, pois eram acessíveis ao público.
Ao contrário do coleccionismo de cromos as ATM's tem estas surpresas que são boas mesmo para quem não as tem, como é o meu caso.
Pessoalmente não sei dar uma classificação: inclino-me para um tipo de distribuidor que apenas imprimia três dígitos, enquanto a maioria imprimia quatro. Não sendo por isto um erro, mas outro tipo, como muito bem já o classificaram de TIPO II.

Mas muita água vai correr ainda, agora que alguém deu a conhecer este novo tipo de impressão Klüssendorf.

Pedro Rodrigo disse...

Amigo Francisco

A taxa de 50 circulou em 2000, basta reparar nas taxas da emissão do Flamingo - Aves de Portugal. O que acontecia é que a taxa dos "selos" era efectivamente de 52, daí ter apresentado a taxa de 52 na klussendorf, pois creio que havia uma máquina Klussendorf a imprimir a taxa de 52, não sei bem a localização, mas existiu, como pode verificar não se trata de uma carta chamada de favor entre coleccionadores.

Já tive a informação através do amigo Vitor, e a klusssendorf no correio normal tinha 4 digitos e no correio azul 3 digitos, o que me leva cada vez mais a considerar um erro de programação e não uma variedade de impressão.
E o que são 400€ por dois pedaços de papel com um valor imprimido com erro ou tipo II?

Vitor relativamente ao 50 e visto à lupa ficam algumas dúvidas, mas como referi parece-me que o que aconteceu foi efectivamente o primeiro digito da esq para a direita não imprimiu ou imprimiu muito mal, daí ter-lhe chamado erro de impressão.

Daí que sugiro que os coleccionadores estajam atentos, pois o distribuidor fornecia 4 digitos no correio normal e 3 digitos no correio azul, para quem não percebe de progamação ou engenharia de máquinas pode colocar em causa. Se o distribuidor fornecesse todas as taxas com 3 digitos, estaria mais inclinado para outro tipo, no entanto também poderia ser um erro de programação, pois a máquina só imprimiria eventualmente até 999 em vez de 9999.

Logicamente que respeito outras opiniões, mas a minha opinião é esta.

Cps

Vítor Vieira disse...

É um facto , a Máquina de Leiria imprimia as taxas normais em 4 digitos e as taxas de correio Azul em 3 digitose sem a letra A.

Essa taxa de 50 levanta dúdidas , mas é melhor ver a impressão , o 1º asterisco pode estar impresso mas mal se nota. Mas como esse catalogo afima que poderão existir taxas normais com menos um asterisco , que as apresentem , mas as mais variadas taxas que a máquina fornecia e não apenas uma taxa.

Eu depois apresento no meu BLOG todas as taxas que tirei nessa máquina em Leiria do nº 9A , uma de cada mesmo as taxas dos outros escaloes. Todas têm a impressão fraca mas nota-se bem.

Mas nada melhor que falar com alguém que já colecciona à mais tempo com vasta experiência neste coleccionismo , para ter as certezas , vou falar com um amigo.

Fringosa disse...

Pedro
Quem é que disse que a taxa de 50 não circulou em 2000?
A taxa de 50 era válida nos distribuidores desde 1-1-1998 até à mudança para o €.
Qual a razão de não poder haver taxas com três dígitos em 1998? A ATM apresentada, para mim, é de 1998 e não de 2000.

Fringosa disse...

Pedro, desde quando é que as Klüssendorf que imprimiam todos os valores - de 1 a 9999 deixaram de funcionar assim?
Dito isto, qual a razão que impedia que o público - neste caso desconhecedor que as taxas nos distribuidores eram mais baratas - retirasse a taxa de 52 ou outra qualquer?
Se os distribuidores deixaram de imprimir todos os valores, estamos com um erro de programação.

Fringosa disse...

"E o que são 400€ por dois pedaços de papel com um valor imprimido com erro ou tipo II?"

São o mesmo, que os mesmos, por um outro selo, que alguém estará disposto a pagar.
Ou as ATM's não podem ter raridades!... Será que só os outros selos é que tem esse estatuto?

Não tenho procuração de ninguém e muito menos, não tenho nenhuma ATM nestas condições, mas..... Sempre me bati pela lisura neste ramo da filatelia e não admito que a tratem por menor,pelo facto de haver quem use de truques para as rebaixar, pensando que as valoriza.
Refiro-me aqueles que promovem as falcatruas.

Pedro Rodrigo disse...

Amigo Fringosa

A máquina Klussendorf, imprimia os valores correspondentes a cada tecla, que variaram conforme o tarifário, como é do seu conhecimento.
Quando me referi ao valores de 1 a9999, referia-me apaenas aos valores que eventualmente poderiam ser programados.
A taxa de 50 na klussendorf iniciou-se como refere em 1998 e terminou em 2001, daí que seja uma taxa de 2000 também.

Cps

Pedro Rodrigo disse...

Nas atm também existem raridades como em todas as colecções, no entanto muitos ficam de pé atrás com algumas peças filatélicas, quer pela sua origem quer pela dificuldade de provar a sua existência. Como em todas as colecções existem oportunistas e especuladores, e até quem pratique falcatruas, como o meu amigo refere, não vale a pena esconder e estas valem o que valem, pois nós coleccionadores é que fazemos a procura deste mercado, os especuladores e oportunistas fazem parte da oferta.
Sei que o meu amigo se bate pela lisura neste ramo da filatelia, e espero que continue a fazê-lo, eu tento mas não é fácil.
Logicamente que aceito opiniões, mas permitam-me que possa discordar apresentando argumentos, penso que nunca tratei ninguém por menor, embora por vezes um comentário ou outro possa ter corrido pior.

Relativamente aos meus comentários, não pretendo desvalorizar as atm, antes pelo contrário pretendo que se valorizem, por mim até podiam estar 1000 ou 1500, só compraria se pudesse e se desejasse muito tê-las na minha colecção.
As falcatruas, os erros, outras coisas que por aí aparecem e que se mantiveram no segredo dos Deuses afastam os coleccionadores no meu entender, tal como alguns valores pedidos por algumas séries.

Relativamente a este tipo de impressão, não adquiriria pelos valores praticados, mas isso é uma opção minha, embora até possa concordar com o valor, isto porque na minha opinião as atm estão sobrevalorizadas e outras eventualmente subvalorizadas. Ou seja, não existe informação de quantas são emitidas, e muito menos de quantas são imprimidas por taxas, para não falar no número de atm’s que são distribuídas por máquina e qual o número de máquinas por marca. O que quero dizer com isto é o seguinte, uma série da SMD está avaliada pelo mesmo preço da AMIEL, mas provavelmente existem menos máquinas da SMD disponíveis ao grande público.

Temos de aguardar por alguém que meta a mão na “coisa”, pois até lá teremos um catálogo que não tem interesse e que visa o lucro de alguém através da exploração do coleccionador.

Para terminar coleccionar ATM ou outra coisa qualquer, é algo que leva tempo e muito dinheiro, em que é necessário muita dedicação.